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Como o iFood deixou de ser apenas um delivery

Conteúdo StartSe- O iFood continua sendo uma plataforma de delivery, mas passou a oferecer serviços financeiros para se tornar ainda mais eficaz para os clientes, entregadores e restaurantes.

Quando o app começou a operar, em 2011, os entregadores levavam, junto com o pedido, a máquina de cartões para o pagamento.

Além de entregar a comida em tempo hábil, eles tinham que se preocupar com burocracias como as bandeiras de cartão aceitas, se havia papel na bobina e ainda voltar ao restaurante para devolvê-la.

O iFood também tinha que lidar com um grande problema: a inadimplência de alguns restaurantes.

Isso porque a fatia cobrada pela plataforma era somada (de acordo com o número de entregas realizadas) no final do mês e paga através de um boleto.

A startup contornou esse problema fornecendo um novo método de pagamento, direto pelo aplicativo, no qual o iFood já retira sua parte e realiza o repasse aos restaurantes.

Os papéis se inverteram, trazendo mais comodidade aos entregadores e usuários, além de diminuir a inadimplência.

“Aceitar crédito e repassar para os restaurantes foi uma das estratégias que melhorou a questão de logística de não precisar da maquininha.” contou Thomas Barth, CFO da Movile, holding do iFood.

E a empresa continua a avançar nos meios de pagamento. Agora, passou a aceitar QR Code, começando a atuar também nos pontos físicos dos restaurantes, não apenas na internet.

E indo, mais além, a empresa começou a oferecer crédito para quem deseja abrir novos estabelecimentos.

 

Como funciona o iFood?