Delivery de comida chinesa: como montar?

Assim como todo o delivery, basta ter uma boa organização para que tudo funcione bem.

A quantidade de pessoas que têm aderido ao serviço de  delivery tem crescido bastante. E um dos pontos desse crescimento é a oportunidade de comer algo que gostam no conforto da sua casa.

Para montar um delivery de comida chinesa, é preciso ter um bom sistema de entrega, com pessoas capacitadas para prestarem um bom atendimento, e ter um transporte ágil.

Os atendentes recebem um pedido por telefone, ou online, encaminham esse pedido para a cozinha, onde o prato é embalado e entregue ao motoboy com todos os detalhes da entrega.

Em relação ao horário de funcionamento, é normal os restaurantes começarem a entregar a partir das 18 horas e irem até o início da madrugada.

Há dois modelos que podem ser adotados: um restaurante onde o cliente possa consumir ali mesmo ou apenas uma cozinha onde os pedidos são preparados e enviados ao clientes.

Os dois modelos acabam exigindo um bom investimento inicial, mas se você quer focar no delivery, a opção mais viável é a de montar apenas um espaço para produção dos alimentos.

A estrutura deverá ter uma cozinha ampla com geladeira, freezer, fogão, prateleiras para organizar produtos e utensílios de trabalhos, além de uma mesa grande.

Também é necessário ter um banheiros, vestiários, um espaço para receber os pedidos a administração do negócio, além de um lugar para os motoboys ficarem enquanto esperam os pedidos saírem.

 

Cardápio de comida chinesa

A comida chinesa é muito diversificada e quanto mais opções você oferece, mais procura terá. Para iniciar a produção desses pratos é preciso ter muita habilidade e uma boa indicação de cursos na área.

Como há uma gama muito grande de pratos, você poderá dar uma variada no cardápio, variedades atraem clientes e é essencial para quem quer trabalhar com comida.

Algumas dicas de pratos para você colocar no seu delivery de comida chinesa: legumes refogados, yakisoba, peixe ao sugo, frango empanado, entre outros pratos.

 

Delivery de comida chinesa dá dinheiro?

Sem dúvidas é um negócio bem lucrativo e não é atoa que tem ganho muito espaço no mercado brasileiro.

O esperado de faturamento médio mensal é de aproximadamente R$15 mil reais, trabalhando em uma cidade de pequeno/ médio porte.

Não há como precisar um valor exato, já que isso vai depender do tamanho da cidade, do número de clientes, dos concorrentes e de alguns outros fatores.

Pela fama da comida chinesa ser bem grande no Brasil, um delivery dessa culinária tem grandes chances de dar muito dinheiro.

Para ganhar dinheiro, você precisará ter um lugar adequado, mesmo que seja um delivery, é necessário ter um local de atendimento, com boa localização, segurança e higiene.

Ter um número mínimo de funcionários para que não haja sobrecarga e garantir a eficiência do seu atendimento é primordial para fidelizar clientes.

 

Equipamentos para restaurante delivery de comida chinesa

Por mais que seja apenas um lugar para fazer a comida, é preciso de uma estrutura básica para manter uma administração, local para os motoboys e local de preparado.

Para a área administrativa, deve-se ter um computador, uma impressora, mesas, telefones, cadeiras e armários/ estantes.

Já para a área de cozinha: cortador de frios, buffet, exaustor, espremedor de frutas, extrator industrial de sucos, fogão industrial, geladeira, microondas, freezer horizonta, vitrines geladas, utensílios de cozinha, multiprocessador de alimentos, mesas e cadeiras.

Todos os equipamentos devem estar bem conservados, limpos e funcionando. A temperatura de armazenagem deve ser regulada para que os alimentos quentes fiquem acima de 60ºC e os alimentos frios, abaixo de 5ºC.

Busque sempre informações junto aos fabricantes para conhecer o tempo médio de duração de seus equipamentos. Podendo fazer uma análise de custo-benefício para a sua aquisição de novos ou usados.

 

Alvará de funcionamento para restaurante de comida chinesa

O primeiro passo é contratar um profissional habilitado para elaborar os atos constitutivos da empresa, ajudando na escolha de maneira jurídica mais adequada para o projeto e preencher os formulários de inscrição exigidos por lei.

O contador também irá te informar sobre a legislação tributária que mais se adeque ao seu negócio. É preciso se certificar que este prestador de serviço seja habilitado no Conselho Regional de Contabilidade e sem reclamações registradas contra ele.

A empresa só poderá iniciar as suas atividades depois de cumprir essas etapas:

Registro da empresa nos órgãos:

1. Junta Comercial;
2. Secretaria da Receita Federal (CNPJ);
3. Secretaria Estadual de Fazenda;
4. Prefeitura Municipal ( para conseguir o alvará de funcionamento);
5. Enquadramento na Entidade Sindical Patronal em que a empresa se enquadra (é obrigatório o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal por ocasião da constituição da empresa e até o dia 31 de janeiro de cada ano);
6. Caixa Econômica Federal, para cadastramento no sistema “Conectividade Social – INSS/FGTS”;
7. Corpo de Bombeiros Militar.

Além dos registros nestes órgãos acima, há algumas outras providências necessárias, como:

Obter o alvará de licença sanitária, adequando às instalações de acordo com o Código Sanitário. No cenário nacional, a fiscalização cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, estadual e municipal fica a cargo das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde (quando for o caso);

Preparar e enviar o requerimento ao Chefe do DFA/SIV do Estado, com a solicitação das instalações e equipamentos;

Solicitar a autorização para impressão de notas fiscais ou optar pelo sistema de nota fiscal eletrônica.

Há uma série de leis, resoluções e portarias relacionadas ao manuseio, armazenamento e produção de alimentos, onde a legislação federal pode ser complementada pelos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária.

Em alguns estados e municípios, os estabelecimentos que produzem ou manipulam alimentos, só podem funcionar mediante licença de funcionamento e alvará expedido pela autoridade sanitária competente.

Esta vistoria no estabelecimento segue o código sanitário vigente e é feita por fiscais da prefeitura local.

Empresas que fornecem serviços e produtos no mercado de consumo devem estar atentas as regras de proteção ao consumidor, estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

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